A reciclagem do lixo e a implantação do comunismo
A passagem do capitalismo para o socialismo ocorrerá por meio da revolução do proletariado. Assim, um Estado socialista substituirá um Estado burguês ou capitalista. Na etapa socialista, haverá a ditadura do proletariado, sob o comando de um só partido – o partido comunista. A propriedade dos meios de produção (fábricas, usinas, fazendas, etc) será estatal.
No estágio socialista, a sociedade será preparada para o derradeiro momento da humanidade, o estágio final, denominado de comunista, no qual não haverá a figura do Estado e nem classes sociais. A propriedade dos meios de produção será comunista, ou seja, de todos e usufruída por todos.
Mas, como será a passagem do socialismo para o comunismo?
Deverá ocorrer, creio, por meio de uma revolução interna e sem violência. Aos poucos, gradativamente, a sociedade evoluirá para o comunismo.
Mas, como?
Veja o caso da reciclagem do lixo. Há alguns anos, não havia muita preocupação com relação ao lixo descartado nas residências e empresas. Atualmente, no entanto, é comum a separação entre lixo orgânico e reciclável. Hoje, estamos acostumados com as lixeiras coloridas destinadas aos vários tipos de lixo reciclável. Em alguns bairros, existe a coleta seletiva do lixo durante um determinado dia da semana.
As futuras gerações serão criadas num ambiente no qual reciclar será absolutamente normal – e necessário -. Uma revolução interna vai ser processada e resultará numa sociedade na qual a reciclagem do lixo será completa e internalizada por todos.
Da mesma forma, imagino, o socialismo irá se encaminhar para o comunismo. Paulatinamente, a sociedade irá se acostumar com o uso comum dos meios de produção e com a igualdade social e civil. Sem traumas ou violência, os homens serão preparados para, nas gerações seguintes, vivenciarem o comunismo, ou seja, a igualdade total prevista pelo marxismo.
Num determinado momento do futuro, o lixo será reciclado 100 por cento. Mas evolução do socialismo para o comunismo é teoria, e bota teoria nisso.
Prof. Newton Miranda
terça-feira, 6 de março de 2012
1º Roteiro de Atualidades - 2012
1° Roteiro de estudo – Atualidades - 3ª. série B
Fase 1 etapa 1 – 2012
Professor Newton Miranda
01 – Faça um pequeno histórico sobre o surgimento da doutrina marxista (socialismo científico).
02 – Conforme a doutrina marxista, dê o significado da frase abaixo:
“Trabalhadores do mundo: uni-vos”.
03 – Tendo em vista a história cubana, apresente os eventos importantes que ocorreram nos seguintes anos:
1898
1903
1959
1961
1963
1967
04 – Explique as criticas dos segmentos ligados aos direitos humanos relativas à Base de Guantánamo.
05 – Destaque alguns avanços sociais conquistados pela Revolução Cubana.
06 – Indique algumas modificações feitas na economia cubana após a ascensão de Raul Castro (2008).
07 – Faça um pequeno histórico sobre as FARC – EP.
08 – Indique as principais fontes de renda das FARC-EP.
09 – Qual é o papel de Yoani Sanchez na atualidade cubana?
10 – Conceituar fundamentalismo religioso. Dê alguns exemplos de moviemtos fundamentalistas islâmicos.
11 – Indique as principais modificações introduzidas pela Revolução Islâmica no Irã.
12 - Apresente a função dos principais líderes da República Islâmica do Irã.
Fase 1 etapa 1 – 2012
Professor Newton Miranda
01 – Faça um pequeno histórico sobre o surgimento da doutrina marxista (socialismo científico).
02 – Conforme a doutrina marxista, dê o significado da frase abaixo:
“Trabalhadores do mundo: uni-vos”.
03 – Tendo em vista a história cubana, apresente os eventos importantes que ocorreram nos seguintes anos:
1898
1903
1959
1961
1963
1967
04 – Explique as criticas dos segmentos ligados aos direitos humanos relativas à Base de Guantánamo.
05 – Destaque alguns avanços sociais conquistados pela Revolução Cubana.
06 – Indique algumas modificações feitas na economia cubana após a ascensão de Raul Castro (2008).
07 – Faça um pequeno histórico sobre as FARC – EP.
08 – Indique as principais fontes de renda das FARC-EP.
09 – Qual é o papel de Yoani Sanchez na atualidade cubana?
10 – Conceituar fundamentalismo religioso. Dê alguns exemplos de moviemtos fundamentalistas islâmicos.
11 – Indique as principais modificações introduzidas pela Revolução Islâmica no Irã.
12 - Apresente a função dos principais líderes da República Islâmica do Irã.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Prova de História - 2a. etapa UFMG - 2012
01 –
1. Liberalismo econômico, liberalismo ou fisiocracia.
2. O contexto histórico caracterizava-se pelo declínio do Antigo Regime, ascensão política da burguesia, advento da industrialização, derrocada do antigo sistema colonial, além do surgimento do Iluminismo, movimento filosófico que estava em sintonia com os valores capitalistas em afirmação.
3. O autor prega o livre cambismo, um dos princípios mais importantes do Liberalismo econômico. Nesse sentido, Adam Smith considerava que as restrições ao livre comércio, entre as quais estava incluído o exclusivo colonial, eram nocivas ao desenvolvimento dos povos. O progresso das Nações dependia da liberdade de suas forças produtivas e do livre comércio entre elas.
02 –
1. Os quilombos eram, para os escravos, um reduto de liberdade, para onde se dirigiam quando fugiam das lavras ou das fazendas. Na História do Brasil, os quilombos foram a principal forma coletiva de resistência dos escravos. Para as autoridades, os quilombos representavam um foco de subversão dos cativos, fato que ameaçava a ordem escravista. Neste sentido, os quilombos deveriam ser combatidos e eliminados.
2. Havia um enorme contingente de escravos nas minas do ouro. Conforme exigência da Coroa, o minerador deveria possuir uma determinada quantidade de escravos para ter direito à data – local destinado à lavra do ouro.
3. O primeiro trecho aborda o quilombo como uma ameaça à sociedade e, portanto, passível de destruição, enquanto que o segundo trecho apresenta o quilombo como um símbolo da luta dos escravos pela liberdade.
03 –
1. A Comuna de Paris ocorreu no contexto da Guerra Franco-Prussiana (1870/71) que resultou na derrocada de Napoleão III. Sitiada pelos alemães e diante do desmoronamento do governo francês, grupos radicais tomaram o poder em Paris e criaram o primeiro governo proletário da História.
2. Abolição do trabalho noturno, igualdade entre os sexos, redução da jornada de trabalho, legalização de sindicatos, criação de comitês populares para o controle dos órgãos e bens públicos, etc.
3. A mulher representa a emancipação feminina, já que uma das principais medidas adotadas pela Comuna de Paris foi a instituição da igualdade entre os sexos.
Os homens representam o proletariado no poder, na medida em que as figuras do cartaz mostram trabalhadores e a conquista de suas reivindicações.
04 –
1. As Reformas de Base, propostas por Jango, englobavam reformas administrativa, agrária, fiscal, urbana e universitária, além de defender a extensão do voto aos analfabetos e praças das Forças Armadas. Tais ações implicavam reformas estruturais no Brasil a fim de que pudesse ser alcançado um desenvolvimento com equilíbrio e justiça social. Nesse sentido, destacava-se a Reforma Agrária que visava assentar famílias sem terra e combater as profundas desigualdades que assolavam o campo.
2.
De acordo com a charge, João Goulart recorria à articulação política para chegar às reformas. Nesse sentido, eram fundamentais a reforma ministerial e a reforma constitucional, cujo elemento importante era o retorno do País ao presidencialismo.
Leonel Brizola, conforme a charge, defendia uma ação radical para a realização das Reformas de Base, incluindo ações estatais de nacionalização das empresas estrangeiras estratégicas. Assim, na percepção das elites, Brizola era uma verdadeira ameaça esquerdista.
Carlos Lacerda, líder da UDN, principal partido de oposição e porta voz dos latifundiários e do capital estrangeiro, condenava as Reformas de Base e pregava a alternativa golpista a fim de destituir o governo de João Goulart.
3.
Reação 1 – Forte oposição do Congresso e, especialmente da UDN, que deixou Jango no isolamento político.
Reação 2 – A Marcha da Família com Deus pela Liberdade.
05 –
1.
Contexto 1 – Corrida armamentista gerada pela Guerra Fria.
Contexto 2 – Crises mundiais do petróleo.
2
Contexto 1 - A bipolarização mundial gerada pela Guerra Fria provocou uma escalada militar. EUA e URSS iniciaram uma corrida armamentista que incluía a produção de armas nucleares a fim de protegerem suas áreas de influência. Assim, a produção de energia nuclear estava relacionada, principalmente, à questão militar.
Contexto 2 – No cenário final do século XX, as crises mundiais do petróleo estimularam a busca por soluções alternativas para a geração de energia. Nesse contexto, destaca-se maior investimento na construção de usinas nucleares para a geração de energia. Assim, a produção de energia nuclear estava direcionada às finalidades pacificas.
1. Liberalismo econômico, liberalismo ou fisiocracia.
2. O contexto histórico caracterizava-se pelo declínio do Antigo Regime, ascensão política da burguesia, advento da industrialização, derrocada do antigo sistema colonial, além do surgimento do Iluminismo, movimento filosófico que estava em sintonia com os valores capitalistas em afirmação.
3. O autor prega o livre cambismo, um dos princípios mais importantes do Liberalismo econômico. Nesse sentido, Adam Smith considerava que as restrições ao livre comércio, entre as quais estava incluído o exclusivo colonial, eram nocivas ao desenvolvimento dos povos. O progresso das Nações dependia da liberdade de suas forças produtivas e do livre comércio entre elas.
02 –
1. Os quilombos eram, para os escravos, um reduto de liberdade, para onde se dirigiam quando fugiam das lavras ou das fazendas. Na História do Brasil, os quilombos foram a principal forma coletiva de resistência dos escravos. Para as autoridades, os quilombos representavam um foco de subversão dos cativos, fato que ameaçava a ordem escravista. Neste sentido, os quilombos deveriam ser combatidos e eliminados.
2. Havia um enorme contingente de escravos nas minas do ouro. Conforme exigência da Coroa, o minerador deveria possuir uma determinada quantidade de escravos para ter direito à data – local destinado à lavra do ouro.
3. O primeiro trecho aborda o quilombo como uma ameaça à sociedade e, portanto, passível de destruição, enquanto que o segundo trecho apresenta o quilombo como um símbolo da luta dos escravos pela liberdade.
03 –
1. A Comuna de Paris ocorreu no contexto da Guerra Franco-Prussiana (1870/71) que resultou na derrocada de Napoleão III. Sitiada pelos alemães e diante do desmoronamento do governo francês, grupos radicais tomaram o poder em Paris e criaram o primeiro governo proletário da História.
2. Abolição do trabalho noturno, igualdade entre os sexos, redução da jornada de trabalho, legalização de sindicatos, criação de comitês populares para o controle dos órgãos e bens públicos, etc.
3. A mulher representa a emancipação feminina, já que uma das principais medidas adotadas pela Comuna de Paris foi a instituição da igualdade entre os sexos.
Os homens representam o proletariado no poder, na medida em que as figuras do cartaz mostram trabalhadores e a conquista de suas reivindicações.
04 –
1. As Reformas de Base, propostas por Jango, englobavam reformas administrativa, agrária, fiscal, urbana e universitária, além de defender a extensão do voto aos analfabetos e praças das Forças Armadas. Tais ações implicavam reformas estruturais no Brasil a fim de que pudesse ser alcançado um desenvolvimento com equilíbrio e justiça social. Nesse sentido, destacava-se a Reforma Agrária que visava assentar famílias sem terra e combater as profundas desigualdades que assolavam o campo.
2.
De acordo com a charge, João Goulart recorria à articulação política para chegar às reformas. Nesse sentido, eram fundamentais a reforma ministerial e a reforma constitucional, cujo elemento importante era o retorno do País ao presidencialismo.
Leonel Brizola, conforme a charge, defendia uma ação radical para a realização das Reformas de Base, incluindo ações estatais de nacionalização das empresas estrangeiras estratégicas. Assim, na percepção das elites, Brizola era uma verdadeira ameaça esquerdista.
Carlos Lacerda, líder da UDN, principal partido de oposição e porta voz dos latifundiários e do capital estrangeiro, condenava as Reformas de Base e pregava a alternativa golpista a fim de destituir o governo de João Goulart.
3.
Reação 1 – Forte oposição do Congresso e, especialmente da UDN, que deixou Jango no isolamento político.
Reação 2 – A Marcha da Família com Deus pela Liberdade.
05 –
1.
Contexto 1 – Corrida armamentista gerada pela Guerra Fria.
Contexto 2 – Crises mundiais do petróleo.
2
Contexto 1 - A bipolarização mundial gerada pela Guerra Fria provocou uma escalada militar. EUA e URSS iniciaram uma corrida armamentista que incluía a produção de armas nucleares a fim de protegerem suas áreas de influência. Assim, a produção de energia nuclear estava relacionada, principalmente, à questão militar.
Contexto 2 – No cenário final do século XX, as crises mundiais do petróleo estimularam a busca por soluções alternativas para a geração de energia. Nesse contexto, destaca-se maior investimento na construção de usinas nucleares para a geração de energia. Assim, a produção de energia nuclear estava direcionada às finalidades pacificas.
terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Aula particular - intensivo - 2a. Etapa UFMG 2012
Profa. Marcella Miranda - Bacharelado e Licenciatura História - UFMG
Mestranda - USP; Autora da Coleção Prata - História para vestibulares - SOMA
Tel. 84049724 - Belo Horizonte-MG
Mestranda - USP; Autora da Coleção Prata - História para vestibulares - SOMA
Tel. 84049724 - Belo Horizonte-MG
Sugestão de respostas – Reta Final UFMG 2012
Sugestão de respostas – Reta Final UFMG 2012
O mundo contemporâneo – séculos XX e XXI (página 50)
01 –
a) As disputas (neo) colonialistas provocaram tensões entre as potências imperialistas. Tal fato concorreu para a corrida armamentista e a formação de pactos militares entre as principais nações européias. Esse cenário foi fundamental para a eclosão da Primeira Guerra Mundial.
b) A campanha desastrosa da Rússia – deserções e derrotas freqüentes – desarticulou o governo do czar Nicolau II que, numa medida extrema, assumiu pessoalmente o comando das tropas russas. Sem conseguir reverter o desastre do país no conflito mundial, o czar foi derrubado do trono e substituído por um governo parlamentar.
02 –
a) O Tratado de Versalhes estabeleceu que a Alemanha deveria pagar pesadas indenizações aos vencedores, além de determinar o desarmamento das forças armadas alemãs.
b) Para fazer face às exigências financeiras de Versalhes, o governo alemão emitiu moeda sem controle, fato que provocou uma hiperinflação. A crise financeira decorrente abalou a República de Weimar e serviu de pretexto para uma tentativa de golpe pro parte dos nazistas. Apesar do fracasso do golpe e da sua prisão, Hitler ganhou notoriedade e divulgou os ideais nazistas.
c) Os ressentimentos gerados pelas humilhantes disposições de Versalhes provocaram um sentimento de revanche no povo alemão. Esse contexto foi explorado pelos nazistas, sendo fundamental para a ascensão de Hitler e consequentemente, para o advento da 2ª. Guerra Mundial.
03 –
a) autoritarismo, nacionalismo, militarismo, culto ao líder, unipartidarismo, oposição ao comunismo, rejeição aos valores da democracia liberal, romantismo ...
b) O fascismo é fundamentado na tese da supremacia do Estado em relação ao individuo. Nesse sentido, o regime é baseado no autoritarismo do governo, já que o fim último da sociedade é o engrandecimento do Estado.
04 – O quadro político eleitoral alemão ficou polarizado entre a extrema direita – nazismo – e a extrema esquerda – comunismo. Enquanto os nazistas pregavam um Estado forte e centralizador para combater a crise, o Partido Comunista Alemão defendia a ação do proletariado para a tomada do poder pelos trabalhadores. O discurso nazista ganhou maior eleitorado e, em 1933, Hitler assumiu o governo, após a vitória dos nazistas nas eleições para o parlamento.
05 –
O primeiro texto apresenta a defesa do liberalismo e rejeita ações intervencionistas do Estado para combater crises econômicas (1929 e 2008). Alega que o encerramento das crises ocorrerá independentemente das ações do Estado.
O segundo texto, de Paul Krugman, é uma defesa do Estado intervencionista para combater os efeitos de uma economia deprimida. Assim, o autor elogia as ações de Roosevelt no New Deal e conclama Obama a adotar uma postura semelhante para resolver a crise atual.
06 –
a) Os comunistas franceses alegam que, assim como foi o Terror na época de Robespierre, os expurgos de Stalin tinham um objetivo justo: salvar a revolução e garantir o sucesso de seus ideais.
b) O regime soviético é baseado na ditadura do proletariado, no Estado ateu e na existência um somente um partido – PCUS – que governa o país. Além disso, os meios de produção são estatizados.
07 –
a) Os republicanos – democratas – enfrentaram os nacionalistas – fascistas.
b) O republicanos foram apoiadas pelas brigadas internacionais e pela URSS. Os fascistas tiveram o apoio de Hitler e de Mussolini.
c) Os nacionalistas venceram e implantaram o regime fascista (que vigorou até 1975, quando ocorreu a morte de Franco).
08 –
1. Plano Marshall.
2. Os empréstimos concedidos pelos Estados Unidos, utilizados prioritariamente na compra de produtos e serviços norte-americanos, reforçaram a hegemonia dos Estados Unidos na Europa Ocidental e espantaram a ameaça de difusão do socialismo na região.
3. COMECON
COMECON - Conselho para Assistência Econômica Mútua - foi fundado em 1949 e extinto em 1991. Visava a integração econômica das nações do Leste Europeu, sob a direção da URSS, a partir do fornecemento de ajuda mútua para o desenvolvimento dos países membros. Mais tarde, juntaram-se ao COMECON: Mongólia, Cuba e Vietnã..
4.
a) . OTAN (dos EUA)
. Pacto de Varsóvia (da URSS)
b) A OTAN pretendia defender a Europa Ocidental de qualquer ameaça oriunda do Leste Europeu, enguanto que o Pacto de Varsóvia, criado logo em seguida, objetivava defender o Leste europeu.
09 –
1. Invasão à Hungria (1956)
2. Primavera de Praga (1968) – invasão soviética à Tchecoslováquia.
10 –
a)
1 – O princípio da autodeterminação dos povos, defendido pela ONU.
2 – A fragilização das potências colonialistas, tais como a Inglaterra e a França, em decorrência da Segunda Guerra Mundial.
b)
Gandhi, líder da independência indiana, recorreu à desobediência civil (não violência, resistência pacífica) a fim de denunciar e combater o imperialismo inglês na Índia. Uma das estratégias utilizadas por Gandhi foi estímulo ao boicote aos produtos britânicos comercializados na Índia. Com essa ação, Gandhi conseguiu conscientizar e mobilizar o povo na luta pela emancipação da Índia.
11 – O Tibete, país soberano, foi anexado pela China logo após vitória da Revolução socialista liderada por Mao. Pouco tempo depois, a China considerou o Tibete como província chinesa. Na atualidade, os organismo ligados à defesa dos direitos humanos denunciam a China pela prática do genocídio cultural a partir de um conjunto de ações que visam destruir a cultura tibetana.
12 –
a) O autor do texto defende uma postura de resistência a fim de mobilizar o povo africano contra o domínio estrangeiro. Reescrever a história significa denunciar o imperialismo e o neocolonialismo que foram impostos ao povo africano.
b) O apartheid foi um regime racista amparado pela Constituição da África do Sul, no qual a maioria negra era tratada como inferior à minoria branca. Esse regime vigorou entre 1948 e 1990.
13 –
a) Os Estados Unidos pretendiam impedir a expansão do comunismo no Sudeste asiático. A política externa dos EUA era baseada na Doutrina Truman, ou seja, num vigoroso combate ao comunismo. A fim de evitar o “efeito dominó”, ou seja, no alastramento de regimes comunistas, os norte-americanos enviaram tropas e recursos para apoiarem o Vietnã do Sul.
b) Apesar de sua superioridade militar e de possuir recursos econômicos praticamente ilimitados, os EUA não conseguiram vencer os vietcongs. A intensa mobilização da sociedade mundial em geral e norte-americana em particular, concorreram para que Nixon determinasse a retirada das tropas dos EUA do Vietnã (1973). Pouco depois, os vietcongs tomaram Saigon e unificaram o Vietnã sob o regime socialista.
14 –
A existência de Israel, Estado que é considerado invasor pelos palestinos e pela comunidade árabe;
O radicalismo dos fundamentalistas islâmicos e judeus que dificulta acordos entre Israel e os palestinos.
15 –
a) O mundo, especialmemte na economia, encontra-se globalizado e integrado. Empresas transnacionais atuam em todo o mundo, produtos e serviços são comuns aos mercados de inúmeras nações. A integração econômica e a formação de um mercado produtor e consumidor globalizado são intensificados pelo desenvolvimento dos meios de transporte e de comunicação. O mundo, em suma, é uma aldeia global.
b) A sociedade globalizada possui indivíduos mais identificados com os valores capitalistas. Assim, encontramos uma sociedade mais egocêntrica e com maior conexão com valores materiais, nos quais ter é ser. O desmoronamento da URSS e o fim do socialismo real podem relevados como uma vitória das valores capitalistas, fato que consagra uma sociedade mais afeita ao lucro, ao prazer imediatista e menos sensível ao outro.
O mundo contemporâneo – séculos XX e XXI (página 50)
01 –
a) As disputas (neo) colonialistas provocaram tensões entre as potências imperialistas. Tal fato concorreu para a corrida armamentista e a formação de pactos militares entre as principais nações européias. Esse cenário foi fundamental para a eclosão da Primeira Guerra Mundial.
b) A campanha desastrosa da Rússia – deserções e derrotas freqüentes – desarticulou o governo do czar Nicolau II que, numa medida extrema, assumiu pessoalmente o comando das tropas russas. Sem conseguir reverter o desastre do país no conflito mundial, o czar foi derrubado do trono e substituído por um governo parlamentar.
02 –
a) O Tratado de Versalhes estabeleceu que a Alemanha deveria pagar pesadas indenizações aos vencedores, além de determinar o desarmamento das forças armadas alemãs.
b) Para fazer face às exigências financeiras de Versalhes, o governo alemão emitiu moeda sem controle, fato que provocou uma hiperinflação. A crise financeira decorrente abalou a República de Weimar e serviu de pretexto para uma tentativa de golpe pro parte dos nazistas. Apesar do fracasso do golpe e da sua prisão, Hitler ganhou notoriedade e divulgou os ideais nazistas.
c) Os ressentimentos gerados pelas humilhantes disposições de Versalhes provocaram um sentimento de revanche no povo alemão. Esse contexto foi explorado pelos nazistas, sendo fundamental para a ascensão de Hitler e consequentemente, para o advento da 2ª. Guerra Mundial.
03 –
a) autoritarismo, nacionalismo, militarismo, culto ao líder, unipartidarismo, oposição ao comunismo, rejeição aos valores da democracia liberal, romantismo ...
b) O fascismo é fundamentado na tese da supremacia do Estado em relação ao individuo. Nesse sentido, o regime é baseado no autoritarismo do governo, já que o fim último da sociedade é o engrandecimento do Estado.
04 – O quadro político eleitoral alemão ficou polarizado entre a extrema direita – nazismo – e a extrema esquerda – comunismo. Enquanto os nazistas pregavam um Estado forte e centralizador para combater a crise, o Partido Comunista Alemão defendia a ação do proletariado para a tomada do poder pelos trabalhadores. O discurso nazista ganhou maior eleitorado e, em 1933, Hitler assumiu o governo, após a vitória dos nazistas nas eleições para o parlamento.
05 –
O primeiro texto apresenta a defesa do liberalismo e rejeita ações intervencionistas do Estado para combater crises econômicas (1929 e 2008). Alega que o encerramento das crises ocorrerá independentemente das ações do Estado.
O segundo texto, de Paul Krugman, é uma defesa do Estado intervencionista para combater os efeitos de uma economia deprimida. Assim, o autor elogia as ações de Roosevelt no New Deal e conclama Obama a adotar uma postura semelhante para resolver a crise atual.
06 –
a) Os comunistas franceses alegam que, assim como foi o Terror na época de Robespierre, os expurgos de Stalin tinham um objetivo justo: salvar a revolução e garantir o sucesso de seus ideais.
b) O regime soviético é baseado na ditadura do proletariado, no Estado ateu e na existência um somente um partido – PCUS – que governa o país. Além disso, os meios de produção são estatizados.
07 –
a) Os republicanos – democratas – enfrentaram os nacionalistas – fascistas.
b) O republicanos foram apoiadas pelas brigadas internacionais e pela URSS. Os fascistas tiveram o apoio de Hitler e de Mussolini.
c) Os nacionalistas venceram e implantaram o regime fascista (que vigorou até 1975, quando ocorreu a morte de Franco).
08 –
1. Plano Marshall.
2. Os empréstimos concedidos pelos Estados Unidos, utilizados prioritariamente na compra de produtos e serviços norte-americanos, reforçaram a hegemonia dos Estados Unidos na Europa Ocidental e espantaram a ameaça de difusão do socialismo na região.
3. COMECON
COMECON - Conselho para Assistência Econômica Mútua - foi fundado em 1949 e extinto em 1991. Visava a integração econômica das nações do Leste Europeu, sob a direção da URSS, a partir do fornecemento de ajuda mútua para o desenvolvimento dos países membros. Mais tarde, juntaram-se ao COMECON: Mongólia, Cuba e Vietnã..
4.
a) . OTAN (dos EUA)
. Pacto de Varsóvia (da URSS)
b) A OTAN pretendia defender a Europa Ocidental de qualquer ameaça oriunda do Leste Europeu, enguanto que o Pacto de Varsóvia, criado logo em seguida, objetivava defender o Leste europeu.
09 –
1. Invasão à Hungria (1956)
2. Primavera de Praga (1968) – invasão soviética à Tchecoslováquia.
10 –
a)
1 – O princípio da autodeterminação dos povos, defendido pela ONU.
2 – A fragilização das potências colonialistas, tais como a Inglaterra e a França, em decorrência da Segunda Guerra Mundial.
b)
Gandhi, líder da independência indiana, recorreu à desobediência civil (não violência, resistência pacífica) a fim de denunciar e combater o imperialismo inglês na Índia. Uma das estratégias utilizadas por Gandhi foi estímulo ao boicote aos produtos britânicos comercializados na Índia. Com essa ação, Gandhi conseguiu conscientizar e mobilizar o povo na luta pela emancipação da Índia.
11 – O Tibete, país soberano, foi anexado pela China logo após vitória da Revolução socialista liderada por Mao. Pouco tempo depois, a China considerou o Tibete como província chinesa. Na atualidade, os organismo ligados à defesa dos direitos humanos denunciam a China pela prática do genocídio cultural a partir de um conjunto de ações que visam destruir a cultura tibetana.
12 –
a) O autor do texto defende uma postura de resistência a fim de mobilizar o povo africano contra o domínio estrangeiro. Reescrever a história significa denunciar o imperialismo e o neocolonialismo que foram impostos ao povo africano.
b) O apartheid foi um regime racista amparado pela Constituição da África do Sul, no qual a maioria negra era tratada como inferior à minoria branca. Esse regime vigorou entre 1948 e 1990.
13 –
a) Os Estados Unidos pretendiam impedir a expansão do comunismo no Sudeste asiático. A política externa dos EUA era baseada na Doutrina Truman, ou seja, num vigoroso combate ao comunismo. A fim de evitar o “efeito dominó”, ou seja, no alastramento de regimes comunistas, os norte-americanos enviaram tropas e recursos para apoiarem o Vietnã do Sul.
b) Apesar de sua superioridade militar e de possuir recursos econômicos praticamente ilimitados, os EUA não conseguiram vencer os vietcongs. A intensa mobilização da sociedade mundial em geral e norte-americana em particular, concorreram para que Nixon determinasse a retirada das tropas dos EUA do Vietnã (1973). Pouco depois, os vietcongs tomaram Saigon e unificaram o Vietnã sob o regime socialista.
14 –
A existência de Israel, Estado que é considerado invasor pelos palestinos e pela comunidade árabe;
O radicalismo dos fundamentalistas islâmicos e judeus que dificulta acordos entre Israel e os palestinos.
15 –
a) O mundo, especialmemte na economia, encontra-se globalizado e integrado. Empresas transnacionais atuam em todo o mundo, produtos e serviços são comuns aos mercados de inúmeras nações. A integração econômica e a formação de um mercado produtor e consumidor globalizado são intensificados pelo desenvolvimento dos meios de transporte e de comunicação. O mundo, em suma, é uma aldeia global.
b) A sociedade globalizada possui indivíduos mais identificados com os valores capitalistas. Assim, encontramos uma sociedade mais egocêntrica e com maior conexão com valores materiais, nos quais ter é ser. O desmoronamento da URSS e o fim do socialismo real podem relevados como uma vitória das valores capitalistas, fato que consagra uma sociedade mais afeita ao lucro, ao prazer imediatista e menos sensível ao outro.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
Curso para 2a. etapa Fundação João Pinheiro -
Fundação João Pinheiro
Curso de História - 2a. etapa Fundação João Pinheiro
Endereço:Rua Alagoas, 601/loja 06 - Savassi Mall Savassi
Belo Horizonte - Minas Gerais
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Curso de História - 2a. etapa Fundação João Pinheiro
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Belo Horizonte - Minas Gerais
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Investimento: R$ 280,00 (duzentos e oitenta reais) com material
Sugestão de respostas – Reta Final - UFMG - 2012
Brasil lmpério
01 –
a) A Assembleia Constituinte pretendia instituir uma monarquia com poderes limitados para o soberano, enquanto que D. Pedro I pretendia centralizar o poder em suas mãos. O desfecho dessa crise foi o fechamento da Assembléia pelo imperador e, em seguida, a outorga da Constituição de 1824 que atendeu aos interesses de D. Pedro I.
b) A Confederação do Equador (1824) foi um movimento separatista e republicano. Diversas províncias nordestinas aderiram ao levante e constituíram um país independente. O estopim para o movimento foi o autoritarismo de D. Pedro I, a imposição da Constituição de 1824 e o poder moderador.
c) A Constituição estabeleceu a divisão do poder em quatro partes: legislativo, executivo, judiciário e moderador, sendo que este era atribuição exclusiva do imperador e estava acima dos demais. A escolha dos deputados e senadores era feita por meio do voto censitário. A escravidão permaneceu. Vale registrar que a Constituição garantia a liberdade de emprego e proibia corporações de ofício.
02 –
a)
1831 – 1836
Maré Liberal ou Progressista;
1837 – 1853
Maré Conservadora ou Regressista;
b)
Medida:
Aprovação do Ato Adicional (1834);
Explicação:
Possibilitou maior autonomia das Províncias em relação ao poder central, já que cada Província teria uma Assembléia para definir questões relativas a impostos e questões de orçamento local. Além disso, o Ato Adicional instituiu a Regência Una, eleita pelo voto direto da população.
c) Em 1840, foi aprovada a Lei Interpretativa do Ato Adicional que eliminou a autonomia legislativa das Assembleias Provinciais, além de colocar a Justiça das Províncias sob controle do poder central.
03 –
a)
A Assembleia Nacional aprovou a Lei da Maioridade e antecipou a ascensão de D. Pedro II ao trono. Havia um consenso na classe política nacional de que a antecipação da maioridade seria a garantia da ordem e da integridade do País, que estavam ameaçadas pelas constantes rebeliões ocorridas nas Províncias.
b)
Os versos da primeira estrofe mostram a exaltação de D. Pedro II como soberano necessário à Pátria naquele momento delicado e instável. A segunda estrofe apresenta uma crítica a D. Pedro II que era considerado como representante das elites e não do povo em geral.
04 –
Os maus tratos, a discriminação por parte dos proprietários e das autoridades. Assim como acontecia com os escravos, os imigrantes também eram considerados inferiores e tratados de forma violenta, já que a tradição das elites brasileiras era essa: violar direitos dos mais humildes.
05 –
a) Conservador ou Regressista.
b) O Partido Conservador defendia a unidade do Império a partir de um governo centralizador. Além disso, os conservadores eram identificados com ordem escravista. O Partido Liberal defendia maior autonomia para as Províncias, além de abraçar, mais cedo, a campanha abolicionista.
06 –
a) Monarquia Constitucional com centralização da autoridade nas mãos do imperador; eleições baseadas no voto censitário.
b) A expansão da economia cafeicultora promoveu o aparecimento de uma poderosa oligarquia – a paulista. Insatisfeitos com o excessivo centralismo do Império, os paulistas passaram a advogar a causa do federalismo, ou seja, defendiam maior autonomia para as Províncias. Tal projeto resultou, na década de 1870, na criação do partido Republicano que agregou a oposição ao imperador.
07 –
a) Imigração sob o regime de parceria, na qual os fazendeiros financiavam a vinda dos imigrantes para o Brasil, fato que resultava num prévio endividamento dos trabalhadores. Uma parte da colheita destinava-se aos trabalhadores, entretanto, a dívida excessiva contraída desde sua chegada ao Brasil, dificultava o acesso dos imigrantes à renda de seu trabalho. Esse sistema gerou muitas insatisfações.
A imigração subvencionada pelo governo, ou seja, o transporte do imigrante para o Brasil era custeado pelo Estado. Assim, aliviados desse ônus (transporte) o imigrante era contratado como assalariado, em geral, pelos fazendeiros.
b) O processo de imigração objetivava, na segunda metade do século XIX, fornecer mão de obra para as fazendas do café (principal produto de exportação), cuja atividade estava em franca expansão. A introdução da mão de obra livre era necessária tendo em vista a evolução do processo abolicionista, especialmente, do fim do tráfico negreiro.
08 –
a) Livre, a partir dos 60 anos de idade, como o ex-escravo poderia gozar sua liberdade? Sem nenhum amparo por parte do Estado, provavelmente doente e incapacitado para o trabalho, o ex-escravo ficaria à mercê de uma realidade cruel: fome, pobreza e abandono.
b) A libertação dos escravos com mais de 60 anos poderia aliviar o proprietário de um escravo indesejável, uma vez que,nessa idade, o escravo geralmente não era mais produtivo e representava um pesado ônus para seu proprietário. Assim a Lei dos Sexagenários seria mais vantajosa para o proprietário do que para o escravo.
09 –
Se considerarmos a democracia pelo número de eleitores, o período monárquico foi mais democrático, uma vez que havia maior número de eleitores participantes das eleições para o poder legislativo. Assim, concordo com a afirmativa.
Se considerarmos que democracia relaciona-se á capacidade do povo de escolher seus governantes, o período republicano foi mais democrático, já que o eleitorado poderia escolher o presidente da República e os presidentes dos Estados por meio de eleições diretas. Assim, discordo da afirmativa.
10 –
a) A Era Mauá foi um período de grande prosperidade econômica que o Brasil vivenciou, caracterizado pelo surgimento de ferrovias, fábricas, bancos, companhias diversas, estaleiros. Além disso, houve grande progresso tecnológico, com a instalação de ligação telegráfica com a Europa, expansão do transporte a vapor (ferrovias e navegação), além da utilização do telégrafo nas comunicações nacionais.
As primeiras linhas telegráficas do País datam de 1852, poucos anos após a introdução do telégrafo nos Estados Unidos por Samuel Morse. A instalação dessas linhas foi devida aos esforços do então Ministro da Justiça, Eusébio de Queiroz Coutinho Mattoso Câmara, com o auxílio de um proficiente e dedicado professor de física da Escola Central, Dr. Guilherme Schuch de Capanema (Alencar, 2001a). (ALENCAR, 2005, p.2)
b)
Capitais oriundos do café; capitais oriundos do fim do tráfico negreiro; investimentos britânicos e Tarifa Alves Branco (1844).
c)
O fim do tráfico disponibilizou capitais para outros setores da economia. Os recursos que eram investidos na aquisição de escravos africanos foram desviados, após a Lei Eusébio de Queirós, para outras atividades econômicas, tais como investimentos em ferrovias ou fábricas.
11 –
a) A significativa presença de segmentos populares nas tropas brasileiras, especialmente negros e mulatos (livres ou escravos), aumentou a simpatia dos militares em relação à campanha abolicionista e concorreu, decisivamente, para o apoio de vários oficiais do Exército Nacional à causa abolicionista.
b) Após a Guerra do Paraguai, o Exercito brasileiro assumiu uma posição de maior destaque na vida nacional, já que foi o principal responsável pela vitória do Brasil. Assim, os militares passaram a exigir maior participação do Exército na condução dos negócios políticos brasileiros e, em última instância, tornaram-se importante foco de oposição à monarquia. Vale registrar que a queda de D. Pedro II foi derrubado por um golpe militar liderado por membros do Exército.
12 -
A figura está relacionada ao parlamentarismo às avessas, sistema político instituído por D. Pedro II. O imperador escolhia o primeiro ministro (presidente do Conselho de Ministros), alternando conservadores e liberais nesse cargo. Assim, o imperador conseguir, durante muitos anos, manter uma convivência política estável com os dois partidos: Liberal e Conservador.
13 –
A Lei de Terras estabeleceu que as terras devolutas somente poderiam ser adquiridas mediante o instrumento de compra. Assim sendo, após esta Lei, o acesso à terra ficou bastante difícil para as camadas mais pobres da população. Antes dessa Lei, a posse da terra devoluta poderia ocorrer mediante a ocupação efetiva.
O regime de sesmarias perdurou no Brasil até julho de 1822, quando a Resolução 76, atribuída a José Bonifácio de Andrade e Silva, pôs termo a este regime de apropriação de terras. A partir daí a posse passou a campear livremente no país, estendendo-se esta situação até a promulgação da lei de terras, que reconheceu as sesmarias antigas, ratificou formalmente o regime das posses, e instituiu a compra como a única forma de obtenção de terras.
14 –
a) Lei do Ventre Livre ou Lei Rio Branco.
b) A Lei, além de estabelecer o fim próximo da escravidão, alterou a relação de propriedade senhor/escravo, uma vez que libertou as crianças nascidas no cativeiro que, conforme o direito à propriedade, pertenciam aos donos das mães.
c) Por violar o direito à propriedade, na percepção dos proprietários de escravos, a Lei do Ventre Livre aumentou a oposição ao governo, considerado responsável pela aprovação da Lei na Assembleia Nacional.
15 –
A Lei Áurea, sancionada pela Princesa Isabel em 1888, aboliu a escravidão. Entretanto, a abolição não foi acompanhada de indenização aos proprietários de escravos. Tal fato provocou forte oposição entre os escravagistas e, consequentemente, concorreu para a queda da monarquia. Muitos proprietários de escravos, insatisfeitos com o governo imperial, engrossaram o Partido Republicano, recém criado.
16 –
O contexto da segunda metade do século XIX foi marcado pela emergência do nacionalismo – movimento ideológico caracterizado pela valorização da pátria e nação. Na literatura brasileira, o nacionalismo encontrou eco no romantismo e na idealização do índio como representante da nação brasileira. Vale registrar o romantismo apresenta um índio ideal, estilizado e com traços europeus, como Iracema, na obra de José de Alencar.
Brasil lmpério
01 –
a) A Assembleia Constituinte pretendia instituir uma monarquia com poderes limitados para o soberano, enquanto que D. Pedro I pretendia centralizar o poder em suas mãos. O desfecho dessa crise foi o fechamento da Assembléia pelo imperador e, em seguida, a outorga da Constituição de 1824 que atendeu aos interesses de D. Pedro I.
b) A Confederação do Equador (1824) foi um movimento separatista e republicano. Diversas províncias nordestinas aderiram ao levante e constituíram um país independente. O estopim para o movimento foi o autoritarismo de D. Pedro I, a imposição da Constituição de 1824 e o poder moderador.
c) A Constituição estabeleceu a divisão do poder em quatro partes: legislativo, executivo, judiciário e moderador, sendo que este era atribuição exclusiva do imperador e estava acima dos demais. A escolha dos deputados e senadores era feita por meio do voto censitário. A escravidão permaneceu. Vale registrar que a Constituição garantia a liberdade de emprego e proibia corporações de ofício.
02 –
a)
1831 – 1836
Maré Liberal ou Progressista;
1837 – 1853
Maré Conservadora ou Regressista;
b)
Medida:
Aprovação do Ato Adicional (1834);
Explicação:
Possibilitou maior autonomia das Províncias em relação ao poder central, já que cada Província teria uma Assembléia para definir questões relativas a impostos e questões de orçamento local. Além disso, o Ato Adicional instituiu a Regência Una, eleita pelo voto direto da população.
c) Em 1840, foi aprovada a Lei Interpretativa do Ato Adicional que eliminou a autonomia legislativa das Assembleias Provinciais, além de colocar a Justiça das Províncias sob controle do poder central.
03 –
a)
A Assembleia Nacional aprovou a Lei da Maioridade e antecipou a ascensão de D. Pedro II ao trono. Havia um consenso na classe política nacional de que a antecipação da maioridade seria a garantia da ordem e da integridade do País, que estavam ameaçadas pelas constantes rebeliões ocorridas nas Províncias.
b)
Os versos da primeira estrofe mostram a exaltação de D. Pedro II como soberano necessário à Pátria naquele momento delicado e instável. A segunda estrofe apresenta uma crítica a D. Pedro II que era considerado como representante das elites e não do povo em geral.
04 –
Os maus tratos, a discriminação por parte dos proprietários e das autoridades. Assim como acontecia com os escravos, os imigrantes também eram considerados inferiores e tratados de forma violenta, já que a tradição das elites brasileiras era essa: violar direitos dos mais humildes.
05 –
a) Conservador ou Regressista.
b) O Partido Conservador defendia a unidade do Império a partir de um governo centralizador. Além disso, os conservadores eram identificados com ordem escravista. O Partido Liberal defendia maior autonomia para as Províncias, além de abraçar, mais cedo, a campanha abolicionista.
06 –
a) Monarquia Constitucional com centralização da autoridade nas mãos do imperador; eleições baseadas no voto censitário.
b) A expansão da economia cafeicultora promoveu o aparecimento de uma poderosa oligarquia – a paulista. Insatisfeitos com o excessivo centralismo do Império, os paulistas passaram a advogar a causa do federalismo, ou seja, defendiam maior autonomia para as Províncias. Tal projeto resultou, na década de 1870, na criação do partido Republicano que agregou a oposição ao imperador.
07 –
a) Imigração sob o regime de parceria, na qual os fazendeiros financiavam a vinda dos imigrantes para o Brasil, fato que resultava num prévio endividamento dos trabalhadores. Uma parte da colheita destinava-se aos trabalhadores, entretanto, a dívida excessiva contraída desde sua chegada ao Brasil, dificultava o acesso dos imigrantes à renda de seu trabalho. Esse sistema gerou muitas insatisfações.
A imigração subvencionada pelo governo, ou seja, o transporte do imigrante para o Brasil era custeado pelo Estado. Assim, aliviados desse ônus (transporte) o imigrante era contratado como assalariado, em geral, pelos fazendeiros.
b) O processo de imigração objetivava, na segunda metade do século XIX, fornecer mão de obra para as fazendas do café (principal produto de exportação), cuja atividade estava em franca expansão. A introdução da mão de obra livre era necessária tendo em vista a evolução do processo abolicionista, especialmente, do fim do tráfico negreiro.
08 –
a) Livre, a partir dos 60 anos de idade, como o ex-escravo poderia gozar sua liberdade? Sem nenhum amparo por parte do Estado, provavelmente doente e incapacitado para o trabalho, o ex-escravo ficaria à mercê de uma realidade cruel: fome, pobreza e abandono.
b) A libertação dos escravos com mais de 60 anos poderia aliviar o proprietário de um escravo indesejável, uma vez que,nessa idade, o escravo geralmente não era mais produtivo e representava um pesado ônus para seu proprietário. Assim a Lei dos Sexagenários seria mais vantajosa para o proprietário do que para o escravo.
09 –
Se considerarmos a democracia pelo número de eleitores, o período monárquico foi mais democrático, uma vez que havia maior número de eleitores participantes das eleições para o poder legislativo. Assim, concordo com a afirmativa.
Se considerarmos que democracia relaciona-se á capacidade do povo de escolher seus governantes, o período republicano foi mais democrático, já que o eleitorado poderia escolher o presidente da República e os presidentes dos Estados por meio de eleições diretas. Assim, discordo da afirmativa.
10 –
a) A Era Mauá foi um período de grande prosperidade econômica que o Brasil vivenciou, caracterizado pelo surgimento de ferrovias, fábricas, bancos, companhias diversas, estaleiros. Além disso, houve grande progresso tecnológico, com a instalação de ligação telegráfica com a Europa, expansão do transporte a vapor (ferrovias e navegação), além da utilização do telégrafo nas comunicações nacionais.
As primeiras linhas telegráficas do País datam de 1852, poucos anos após a introdução do telégrafo nos Estados Unidos por Samuel Morse. A instalação dessas linhas foi devida aos esforços do então Ministro da Justiça, Eusébio de Queiroz Coutinho Mattoso Câmara, com o auxílio de um proficiente e dedicado professor de física da Escola Central, Dr. Guilherme Schuch de Capanema (Alencar, 2001a). (ALENCAR, 2005, p.2)
b)
Capitais oriundos do café; capitais oriundos do fim do tráfico negreiro; investimentos britânicos e Tarifa Alves Branco (1844).
c)
O fim do tráfico disponibilizou capitais para outros setores da economia. Os recursos que eram investidos na aquisição de escravos africanos foram desviados, após a Lei Eusébio de Queirós, para outras atividades econômicas, tais como investimentos em ferrovias ou fábricas.
11 –
a) A significativa presença de segmentos populares nas tropas brasileiras, especialmente negros e mulatos (livres ou escravos), aumentou a simpatia dos militares em relação à campanha abolicionista e concorreu, decisivamente, para o apoio de vários oficiais do Exército Nacional à causa abolicionista.
b) Após a Guerra do Paraguai, o Exercito brasileiro assumiu uma posição de maior destaque na vida nacional, já que foi o principal responsável pela vitória do Brasil. Assim, os militares passaram a exigir maior participação do Exército na condução dos negócios políticos brasileiros e, em última instância, tornaram-se importante foco de oposição à monarquia. Vale registrar que a queda de D. Pedro II foi derrubado por um golpe militar liderado por membros do Exército.
12 -
A figura está relacionada ao parlamentarismo às avessas, sistema político instituído por D. Pedro II. O imperador escolhia o primeiro ministro (presidente do Conselho de Ministros), alternando conservadores e liberais nesse cargo. Assim, o imperador conseguir, durante muitos anos, manter uma convivência política estável com os dois partidos: Liberal e Conservador.
13 –
A Lei de Terras estabeleceu que as terras devolutas somente poderiam ser adquiridas mediante o instrumento de compra. Assim sendo, após esta Lei, o acesso à terra ficou bastante difícil para as camadas mais pobres da população. Antes dessa Lei, a posse da terra devoluta poderia ocorrer mediante a ocupação efetiva.
O regime de sesmarias perdurou no Brasil até julho de 1822, quando a Resolução 76, atribuída a José Bonifácio de Andrade e Silva, pôs termo a este regime de apropriação de terras. A partir daí a posse passou a campear livremente no país, estendendo-se esta situação até a promulgação da lei de terras, que reconheceu as sesmarias antigas, ratificou formalmente o regime das posses, e instituiu a compra como a única forma de obtenção de terras.
14 –
a) Lei do Ventre Livre ou Lei Rio Branco.
b) A Lei, além de estabelecer o fim próximo da escravidão, alterou a relação de propriedade senhor/escravo, uma vez que libertou as crianças nascidas no cativeiro que, conforme o direito à propriedade, pertenciam aos donos das mães.
c) Por violar o direito à propriedade, na percepção dos proprietários de escravos, a Lei do Ventre Livre aumentou a oposição ao governo, considerado responsável pela aprovação da Lei na Assembleia Nacional.
15 –
A Lei Áurea, sancionada pela Princesa Isabel em 1888, aboliu a escravidão. Entretanto, a abolição não foi acompanhada de indenização aos proprietários de escravos. Tal fato provocou forte oposição entre os escravagistas e, consequentemente, concorreu para a queda da monarquia. Muitos proprietários de escravos, insatisfeitos com o governo imperial, engrossaram o Partido Republicano, recém criado.
16 –
O contexto da segunda metade do século XIX foi marcado pela emergência do nacionalismo – movimento ideológico caracterizado pela valorização da pátria e nação. Na literatura brasileira, o nacionalismo encontrou eco no romantismo e na idealização do índio como representante da nação brasileira. Vale registrar o romantismo apresenta um índio ideal, estilizado e com traços europeus, como Iracema, na obra de José de Alencar.
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